Paz Ferida*
O doce pássaro da juventude
Abre suas asas e voa a procura da triste paz ferida,
Sangrando ao relento da noite fria de uma rua escura,
Silenciosa como nenhuma,
Pedindo ajuda, gritando em silencio,
Chorando de dor, de magoa, ódio, amargura e rancor.
Sua morte foi lenta...
Como as nuvens da noite chegando... no céu.
Milene Szilagyi
(+/- 2004)
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