Solidão*
O vento corre
O frio se sente
Solidão remota
Solidão que corta
Ferida que sangra
Sem cura, sem jeito
Aceitando tudo
Sem opção
As coisas mudam...
Sem ar, sem luta
As coisas param...
Sem sol, sem lua
O mundo muda...
Sem amor, sem compaixão
O mundo para...
Sem morte, sem vida
Paisagens mudas
Sem emoção
Que arrancam suspiros de uma paixão
Calor que se sente
De longe se passa
Olhares mudos sem reação
Palavras cegas sem expressão
Solidão, Solidão... Solidão.
Mudar impossível
A sina sem vida
Que não me atingiu somente o peito
Que me traz dor, lagrimas e sofrimento
Que me deixa sem nenhuma opção
Solidão que me toma o peito
A mente e o coração.
Milene Szilagyi*-**
(2005)
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